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Entenda como fábricas portuguesas sobrevivem e ousam desafiar um mercado global e tão diferente do da sua origem.
"Vista Alegre"
A fábrica de porcelanas foi fundada em 1824, em Ílhavo, fruto do sonho de um português visionário.
"Ramirez"
A Ramirez nasceu, em 1853, em Vila Real de Santo António, tal como a indústria conserveira nacional, pela mão do andaluz, Sebastian Ramirez. Sediada, actualmente, em Matosinhos, a Ramirez produz uma grande variedade de conservas de peixe.
"Empresa das Lousas de Valongo"
A Empresa de Lousas de Valongo, SA foi fundada em 1865, por ingleses, para abastecer Inglaterra e os Estados Unidos de ardósia para telhados, pavimentos, revestimentos, material isolante e pedras para bilhares. Esteve em crise, mas recuperou graças à Dona Maria Eugénia, a Ferreirinha das Ardósias que assumiu o controlo da empresa na década de 80 do século passado.
"Licor Beirão"
No fim do século XIX um caixeiro-viajante de vinhos do Porto, apaixonou-se pela filha de um farmacêutico, que na sua farmácia, preparava-se um licor que o rapaz viu cpotencial. Apostou na bebida e em 1929 foi baptizada como Licor Beirão.
"Mantas Alentejanas"
Em pleno Alentejo, mais precisamente em Reguengos de Monsaraz, quatro tecedeiras mantêm viva a tradição das mantas alentejanas. Propriedade de uma holandesa, a Fábrica Alentejana de Lanifícios produz para marcas como a Ikea ou a Kenzo. São cerca de quatro toneladas de lã que passam anualmente pelos teares centenários que aqui continuam a trabalhar. Uma arte que sobreviveu à globalização devido à persistência de uma mulher que soube reinventar o uso das mantas alentejanas.